segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Grupo de Estudos do PNEM (Pacto Nacional do Ensino Médio) da EEM Alberto Bauer

  Docentes da EEM Alberto Bauer participam do Curso de Formação para a melhoria do Ensino Médio, através de uma visão humana integral.





terça-feira, 30 de setembro de 2014

Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio

  O Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio foi regulamentado pela Portaria Ministerial Nº 1.140, de 22 de novembro de 2013. Através dele, o Ministério da Educação e as secretarias estaduais e distrital de educação assumem o compromisso pela valorização da formação continuada dos professores e coordenadores pedagógicos que atual no ensino médio público, nas áreas rurais e urbanas. Um portal com informações e materiais sobre o Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio entrará no ar em alguns meses.
As ações para o Pacto pelo Fortalecimento do Ensino Médio começaram com o cadastramento dos Diretores das Escolas no SisMédio.

Nas fotos, os professores da EEM Alberto Bauer em reunião do SISMEC realizada na escola.






quarta-feira, 3 de setembro de 2014

 Os alunos do 3º Ano 01 atuaram como estátuas vivas, performance, criação, estilos, contos de fada. "Tudo vale a pena quando a alma não é pequena", como diz o poeta.









Texto: Professora Sandra Regina Medeiros de Artes.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Homenagem da Escola Alberto Bauer a Semana da Pátria

  

  A independência do Brasil, enquanto processo histórico, desenhou-se muito tempo antes do príncipe regente Dom Pedro I proclamar o fim dos nossos laços coloniais às margens do rio Ipiranga. De fato, para entendermos como o Brasil se tornou uma nação independente, devemos perceber como as transformações políticas, econômicas e sociais inauguradas com a chegada da família da Corte Lusitana ao país abriram espaço para a possibilidade da independência.

  A chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil foi episódio de grande importância para que possamos iniciar as justificativas da nossa independência. Ao pisar em solo brasileiro, Dom João VI tratou de cumprir os acordos firmados com a Inglaterra, que se comprometera em defender Portugal das tropas de Napoleão e escoltar a Corte Portuguesa ao litoral brasileiro. Por isso, mesmo antes de chegar à capital da colônia, o rei português realizou a abertura dos portos brasileiros às demais nações do mundo.

  Do ponto de vista econômico, essa medida pode ser vista como um primeiro “grito de independência”, onde a colônia brasileira não mais estaria atrelada ao monopólio comercial imposto pelo antigo pacto colonial. Com tal medida, os grandes produtores agrícolas e comerciantes nacionais puderam avolumar os seus negócios e viver um tempo de prosperidade material nunca antes experimentado em toda história colonial. A liberdade já era sentida no bolso de nossas elites.

  Para fora do campo da economia, podemos salientar como a reforma urbanística feita por Dom João VI promoveu um embelezamento do Rio de Janeiro até então nunca antes vivida na capital da colônia, que deixou de ser uma simples zona de exploração para ser elevada à categoria de Reino Unido de Portugal e Algarves. Se a medida prestigiou os novos súditos tupiniquins, logo despertou a insatisfação dos portugueses que foram deixados à mercê da administração de Lorde Protetor do exército inglês.

  Essas medidas, tomadas até o ano de 1815, alimentaram um movimento de mudanças por parte das elites lusitanas, que se viam abandonadas por sua antiga autoridade política. Foi nesse contexto que uma revolução constitucionalista tomou conta dos quadros políticos portugueses em agosto de 1820. A Revolução Liberal do Porto tinha como objetivo reestruturar a soberania política portuguesa por meio de uma reforma liberal que limitaria os poderes do rei e reconduziria o Brasil à condição de colônia.

  Os revolucionários lusitanos formaram uma espécie de Assembleia Nacional que ganhou o nome de “Cortes”. Nas Cortes, as principais figuras políticas lusitanas exigiam que o rei Dom João VI retornasse à terra natal para que legitimasse as transformações políticas em andamento. Temendo perder sua autoridade real, D. João saiu do Brasil em 1821 e nomeou seu filho, Dom Pedro I, como príncipe regente do Brasil.

  A medida ainda foi acompanhada pelo rombo dos cofres brasileiros, o que deixou a nação em péssimas condições financeiras. Em meio às conturbações políticas que se viam contrárias às intenções políticas dos lusitanos, Dom Pedro I tratou de tomar medidas em favor da população tupiniquim. Entre suas primeiras medidas, o príncipe regente baixou os impostos e equiparou as autoridades militares nacionais às lusitanas. Naturalmente, tais ações desagradaram bastante as Cortes de Portugal.

  Mediante as claras intenções de Dom Pedro, as Cortes exigiram que o príncipe retornasse para Portugal e entregasse o Brasil ao controle de uma junta administrativa formada pelas Cortes. A ameaça vinda de Portugal despertou a elite econômica brasileira para o risco que as benesses econômicas conquistadas ao longo do período joanino corriam. Dessa maneira, grandes fazendeiros e comerciantes passaram a defender a ascensão política de Dom Pedro I à líder da independência brasileira.

  No final de 1821, quando as pressões das Cortes atingiram sua força máxima, os defensores da independência organizaram um grande abaixo-assinado requerendo a permanência e Dom Pedro no Brasil. A demonstração de apoio dada foi retribuída quando, em 9 de janeiro de 1822, Dom Pedro I reafirmou sua permanência no conhecido Dia do Fico. A partir desse ato público, o príncipe regente assinalou qual era seu posicionamento político.

  Logo em seguida, Dom Pedro I incorporou figuras políticas pró-independência aos quadros administrativos de seu governo. Entre eles estavam José Bonifácio, grande conselheiro político de Dom Pedro e defensor de um processo de independência conservador guiado pelas mãos de um regime monárquico. Além disso, Dom Pedro I firmou uma resolução onde dizia que nenhuma ordem vinda de Portugal poderia ser adotada sem sua autorização prévia.

  Essa última medida de Dom Pedro I tornou sua relação política com as Cortes praticamente insustentável. Em setembro de 1822, a assembleia lusitana enviou um novo documento para o Brasil exigindo o retorno do príncipe para Portugal sob a ameaça de invasão militar, caso a exigência não fosse imediatamente cumprida. Ao tomar conhecimento do documento, Dom Pedro I (que estava em viagem) declarou a independência do país no dia 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga.



 

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Datas Comemorativas do Mês de Agosto

DATAS COMEMORATIVAS
(TRADICIONAIS PARA OS BRASILEIROS)



















Data

COMEMORAÇÃO

01


Dia do Cerealista
Dia do Cachorro Louco
Dia Mundial da Amamentação*
Dia Nacional do Selo Postal Brasileiro*

02


Dia Mundial do Folclore

03


Dia do Telefone
Dia do Tintureiro*
Dia do Capoeirista

04


Dia do Padre*
Dia das Vocações Sacerdotais*

05


Dia Nacional da Saúde*

06


Dia da Revolução Acreana

07


Dia em que Tim Berners-Lee colocou on-line o primeiro website, inaugurando a World Wide Web

08


Dia do Bandeirante

09


Dia Internacional do Índio

10


Dia do Direito
Dia do Advogado
Dia da Enfermeira
Dia Mundial da Solidariedade Cristã

11


Dia do Garçom*
Dia do Pindura
Dia do Advogado*
Dia do Hoteleiro
Dia da Televisão*
Dia do Magistrado
Dia Nacional do Estudante*
Dia Internacional da Logosofia
Dia da Conscientização Nacional*

12


Dia Nacional das Artes*
Dia do Cortador de Cana
Dia dos Escoteiros do Mar

13


Dia do Azar
Dia do Economista*
Dia da Bandeirante
Dia dos Encarcerados*

14


Dia do Protesto*
Dia da Unidade Humana*
Dia do Artista Plástico
Dia do Combate à Poluição

15


Dia do Solteiro
Dia da Informática

16

Data do Tratado de Paz entre o Brasil e a Holanda (1661)

17


Dia do Patrimônio Histórico*

18


Dia Mundial da Fotografia
Dia das Vocações Religiosas*

19


Dia do Artista de Teatro
Dia Internacional do Fotógrafo*
Dia Internacional da Fotografia*
Dia Nacional do Historiador (LEI Nº 12.130 de 17/12/2009)

20


Dia do Maçom
Dia do Vizinho
Dia do Caçador

21


Dia da Habitação*

22


Dia do Religioso
Dia Mundial do Folclore*
Dia do Supervisor Educacional*

23


Dia dos Artistas*
Dia do Aviador Naval*
Dia Contra a Injustiça

24


Dia da Infância

25


Dia da Careta
Dia do Soldado*
Dia do Feirante*
Dia do Catequista*
Dia das Obras Pontifícias*
Dia das Vocações Leigas*

26


Dia Internacional da Igualdade Feminina

27


Dia do Psicólogo*
Dia do Peão de Boiadeiro
Dia do Corretor de Imóveis*

28


Dia do Filósofo
Dia do Avicultor*
Dia do Legionário
Dia Nacional do Bancário*

29


Dia Nacional de Combate ao Fumo*

30


Dia do Vendedor Logista

31


Dia Nacional do Nutricionista*
Fonte: http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/DatCom08.htm

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Homenagem da EEM Alberto Bauer aos 138 Anos de Jaraguá do Sul

  



  Nossa bela e jovem cidade na data de 25 de Julho de 2014 completa 138 anos de fundação. Fica aqui a homenagem da EEM Alberto Bauer a nossa querida cidade. Conheça um pouco de sua história:

   A história de Jaraguá do Sul se inicia em 1864, quando a Princesa Izabel, casou-se com o Conde d'Eu. Parte de sua área integrava as terras dotais da Princesa, que foram demarcadas, em 1876, pelo Coronel Emílio Carlos Jourdan. A primeira tentativa de colonização também foi dele quando, naquele ano, arrendando 430 hectares de terra, estabeleceu-se com 60 pessoas entre trabalhadores e escravos, instalando engenho de açúcar, serraria e olaria. Como o rio e o morro Jaraguá já eram conhecidos, Jourdan nomeou suas terras de "Estabelecimento Jaraguá". Embora não se saiba a data certa em que isso aconteceu, foi decidido o dia 25 de julho de 1876 como data da fundação da cidade. A colonização efetiva se deu a partir de 1890, quando colonizadores alemães, italianos, húngaros e outros começaram a colonizar as diversas regiões do Município. A área central foi colonizada a partir de 1895, com o retorno de Emílio Carlos Jourdan, fundando a Colônia Jaraguá.
Primeiramente a região fazia parte de São Francisco do Sul e, posteriormente, a Paraty (atualmente Araquari). Com a emancipação de Paraty, Jaraguá passou a ser posse de Joinville e mais tarde novamente reanexada a Paraty. Em 1898, já com um Distrito Policial, um Distrito de Paz e uma Intendência Distrital, voltou a fazer parte de Joinville, agora com 2° Distrito. Em 1934, o Decreto n° 565 de 26 de março elevou o distrito à categoria de Município. Os limites incluiam o território do atual município de Corupá desmembrado 24 anos depois. Como em Goiás existia uma cidade mais antiga com o nome de Jaraguá, o Decreto-Lei estadual n° 941 de 31 de dezembro de 1943 modificou o nome da ciade para Jaraguá do Sul.

Gentílico: jaraguaense

Fonte: Site do Governo de Santa Catarina

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Comunicado Importante



A Escola Alberto Bauer comunica que estará fechada no período noturno (Ensino Médio) e as aulas suspensas nos dias 27 e 30 de Junho e 01 de Julho de 2014, em razão de que a escola servirá como alojamento para os atletas das cidades de Porto União, Itapoá e Balneário Camboriú, que estarão participando nessas datas dos Jogos Escolares de Santa Catarina em nossa cidade, retornando com as aulas normais no dia 02 de Julho de 2014.